quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Bluebird
there's a bluebird in my heart that
wants to get out
but I'm too tough for him,
I say, stay in there, I'm not going
to let anybody see
you.
there's a bluebird in my heart that
wants to get out
but I pour whiskey on him and inhale
cigarette smoke
and the whores and the bartenders
and the grocery clerks
never know that
he's
in there.
there's a bluebird in my heart that
wants to get out
but I'm too tough for him,
I say,
stay down, do you want to mess
me up?
you want to screw up the
works?
you want to blow my book sales in
Europe?
there's a bluebird in my heart that
wants to get out
but I'm too clever, I only let him out
at night sometimes
when everybody's asleep.
I say, I know that you're there,
so don't be
sad.
then I put him back,
but he's singing a little
in there, I haven't quite let him
die
and we sleep together like
that
with our
secret pact
and it's nice enough to
make a man
weep, but I don't
weep, do
you?
Charles Bukowski
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Aprendendo que quando a amizade é verdadeira, a gente fica feliz com quem tá feliz, fica triste com quem tá triste. Sempre há um carinho e consolo pra se dizer, além de, claro, uma piada que "estraga" o sofrimento das horas mais sofridas. E que pra esse tipo de amor não é preciso tanto tempo.
As melhores pessoas parecem acontecer sempre tão inesperadamente...
As melhores pessoas parecem acontecer sempre tão inesperadamente...
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
noite sem café...
Hoje eu resolvi organizar meus papéis. O que não define exatamente o que eu estive fazendo durante essas últimas duas ou três horas, uma vez que guardo até papel de chiclete (realmente!), se quem me deu foi ou é especial o bastante para isso. O fato é que no meio dessa bagunça toda eu sempre acabo achando algumas fotos esquecidas, cartas recebidas e rascunhos das enviadas, sonhos escritos, e uns tantos outros papéis que me lembram isso ou aquilo. É legal reecontrar essas sensações, lembrar daqueles dias, daquele cheiro, ver as marcas de café, pensar nos natais passados e todas aquelas expectativas... às vezes dói, e em outras vem a respiração bem fuuunda pra viver tudo de novo em alguns segundos.
E é exatamente por ser amante das lembranças que guardo tantos "papéis inúteis"... é essa vontade de colocar tudo no infinito.
Uma vez li algo que sei lá.. me cortou por dentro. Acho que é mais ou menos essa a sensação. Há aquelas coisas que causam um sentimento tão forte que a gente sai do real, fica suspenso no mundo... quer chorar, quer sofrer, sente cortar. Foi isso.
Mas daquelas sensações que só a gente tem, com coisa que só a gente lê. Não adianta tentar mostrar pra ninguém, tentar perguntar se sentiu... não vai sentir.
Pois bem.. é engraçado anotar na hora, ler de novo e de novo. Um ano depois, três.
Sentir cortando de novo, uma vontade de tudo. E aí guarda. Espera mais um ano ou três.
"[...]Então peça ao vento que carregue as mensagens, sabendo que elas não foram de verdade porque você ainda as tem por escrito em todo o seu corpo. E nada aprendeu a lê-lo. Talvez você o saiba todo de cor e todo dia o preenche mais, talvez seja tempo de ouvir outras mensagens, entretanto fraqueja.[...]"
E é exatamente por ser amante das lembranças que guardo tantos "papéis inúteis"... é essa vontade de colocar tudo no infinito.
Uma vez li algo que sei lá.. me cortou por dentro. Acho que é mais ou menos essa a sensação. Há aquelas coisas que causam um sentimento tão forte que a gente sai do real, fica suspenso no mundo... quer chorar, quer sofrer, sente cortar. Foi isso.
Mas daquelas sensações que só a gente tem, com coisa que só a gente lê. Não adianta tentar mostrar pra ninguém, tentar perguntar se sentiu... não vai sentir.
Pois bem.. é engraçado anotar na hora, ler de novo e de novo. Um ano depois, três.
Sentir cortando de novo, uma vontade de tudo. E aí guarda. Espera mais um ano ou três.
"[...]Então peça ao vento que carregue as mensagens, sabendo que elas não foram de verdade porque você ainda as tem por escrito em todo o seu corpo. E nada aprendeu a lê-lo. Talvez você o saiba todo de cor e todo dia o preenche mais, talvez seja tempo de ouvir outras mensagens, entretanto fraqueja.[...]"
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
coversa de almoço
vô: A tua vaca é muito braba! A mais braba do rebanho todo! (...) puxou à dona...
hahaha
Depois de morrer de rir com isso, me deu uma baita saudade da fazenda. Faz tanto tempo que não vou lá...
Quero sentir cheiro de planta, fruta e bicho. Beber leite de vaca, brincar com os cachorros, olhar passarinhos, dormir no friozinho. Sem esquecer das cavalgadas às 5h da manhã, antes que o gado saia pra pastar.
ai que saudade de tudo..
Eu e Vivi numa das últimas vezes que fui (alguns muitos anos atrás : p ).
hahaha
Depois de morrer de rir com isso, me deu uma baita saudade da fazenda. Faz tanto tempo que não vou lá...
Quero sentir cheiro de planta, fruta e bicho. Beber leite de vaca, brincar com os cachorros, olhar passarinhos, dormir no friozinho. Sem esquecer das cavalgadas às 5h da manhã, antes que o gado saia pra pastar.
ai que saudade de tudo..
Eu e Vivi numa das últimas vezes que fui (alguns muitos anos atrás : p ).
domingo, 26 de junho de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Creep
Eu estava agora andando por mil cantos e blogs e, de repente, vi que uma amiga posta periodicamente ainda no fotolog. Mesmo depois que a modinha passou, e até eu mesma "desisti" do meu.
E fui passando e passando pelas postagens antigas, até achar algo que realmente me surpreendeu. Não importa o que eu tente escrever, isso é extamente o que sinto agora:
É um saco várias vezes por semana me encontrar com "Creep" de Radiohead tocando na minha cabeça. Não que eu não goste da música; pelo contrário, acho belíssima.
O que incomoda é ter que sentir aquele "what the hell am I doing here? I don't belong here".
Não estou sentindo isso agora, obviamente: estamos em um sábado após um feriadão. Só que sempre que sinto, me limito a escrever imediatamente em um rascunho e quando chego aqui nunca parece o momento certo de falar disso.
Enfim, independentemente de parecer certo, aqui estou eu.
Não nasci para ser conformada, nasci para ser feliz (do que vocês podem discordar, dependendo da perspectiva), mas há muito deixei de levar em consideração a perspectiva dos outros quando se trata da minha vida. E quando o fiz, deixei de lado também a expectativa do mundo em relação a mim.
Foi naquele momento, que poucos entenderiam...
E aqui estou eu.
Será que minha vida vai dar certo?
Honestamente, o medo existe e é todo meu. Na dúvida, e desde aquele momento, prefiro arriscar.
E fui passando e passando pelas postagens antigas, até achar algo que realmente me surpreendeu. Não importa o que eu tente escrever, isso é extamente o que sinto agora:
É um saco várias vezes por semana me encontrar com "Creep" de Radiohead tocando na minha cabeça. Não que eu não goste da música; pelo contrário, acho belíssima.
O que incomoda é ter que sentir aquele "what the hell am I doing here? I don't belong here".
Não estou sentindo isso agora, obviamente: estamos em um sábado após um feriadão. Só que sempre que sinto, me limito a escrever imediatamente em um rascunho e quando chego aqui nunca parece o momento certo de falar disso.
Enfim, independentemente de parecer certo, aqui estou eu.
Não nasci para ser conformada, nasci para ser feliz (do que vocês podem discordar, dependendo da perspectiva), mas há muito deixei de levar em consideração a perspectiva dos outros quando se trata da minha vida. E quando o fiz, deixei de lado também a expectativa do mundo em relação a mim.
Foi naquele momento, que poucos entenderiam...
E aqui estou eu.
Será que minha vida vai dar certo?
Honestamente, o medo existe e é todo meu. Na dúvida, e desde aquele momento, prefiro arriscar.
Assinar:
Postagens (Atom)





